Carrinho
Seu carrinho está vazio
Inscreva-se e Ganhe 10% off na primeira compra.
Inscreva-se e Ganhe 10% off na primeira compra.
Ganhe Miniatura Luxuosa nas compras acima de R$1.800.
Precisa de uma pequena inspiração?
Duas Irmãs, Uma Pera Perfeita
Tempo de Leitura: 6 minutos
Há algo inerentemente especial entre irmãs – a comunicação quase telepática, a história compartilhada, a sintonia que dispensa explicações. No caso da ativista e modelo Lizzy e da modelo Georgia May Jagger – filhas de Jerry Hall e Mick Jagger, dois ícones da mitologia pop contemporânea – a irmandade vem com um toque distintamente britânico. Pense em flores silvestres, humor irreverente, lama de festival e, segundo elas, um desejo francamente irracional por batatas fritas sabor queijo e cebola sempre que estão no exterior. Isso as torna perfeitas para a mais recente celebração de English Pear & Freesia e English Pear & Sweet Pea da Jo Malone London – duas interpretações de um ícone essencialmente britânico, contadas por meio de temperamentos contrastantes. “Duas irmãs, uma pera perfeita” soa absolutamente apropriado.
‘Há algo encantador no fim do verão, quando os pomares estão cheios de árvores frutíferas. Essa foi a ideia por trás das nossas fragrâncias English Pear.’
Para Lizzy, Jo Malone London entrou em sua vida como parte do cenário de casa: “Minha mãe tinha aquelas velas bem grandes no corredor. Todos os aromas se tornaram familiares para mim, muito aconchegantes. E depois, sempre me lembravam de casa, em Londres.” Georgia May sente o mesmo: “Eu já tinha as velas e fragrâncias anos antes de trabalhar com a Jo Malone London. Eu realmente amo a identidade da marca. É muito o meu estilo, e adoro como eles trazem elementos naturais para as fragrâncias.”
Se English Pear soa particularmente britânica, essa era a intenção. “Uma fragrância Jo Malone London sempre começa com uma história”, diz Céline Roux, Diretora Global de Fragrâncias da marca. “Eu adoro os pomares ingleses – há algo encantador no fim do verão, quando estão cheios de árvores frutíferas. Essa foi a ideia por trás das fragrâncias English Pear. Queríamos capturar esse momento. Parecia romântico.”
Perfume é, inevitavelmente, sobre memória – e para Georgia May, também sobre ritual. “É uma parte tão importante de se sentir pronta para sair”, diz ela. “Também penso nas fragrâncias que minha mãe usava ou no cheiro dos amigos. Você sente um aroma e ele te leva para um lugar ou um momento.” Para Lizzy, a conexão é literal: “Eu realmente amo ervilhas-de-cheiro. Minha mãe as cultiva e, quando vamos à casa dela, ela espalha pequenos buquês por toda parte.” Ela também as associa à irmã: “O cheiro de ervilha-de-cheiro me faz lembrar da Georgia May, porque é a flor favorita da nossa mãe e passamos muito tempo perto delas.” Para Céline, English Pear & Sweet Pea foi o segundo capítulo natural da coleção English Pear. “Queríamos reinterpretar a pera por meio de outra flor. As ervilhas-de-cheiro são alegres e em tons pastel, e as frésias são elegantes e alongadas. Para mim, as duas flores pareciam irmãs.”
“As ervilhas-de-cheiro são alegres, em tons pastel, e as frésias são elegantes e alongadas. Para mim, as duas flores pareciam irmãs.”
A campanha evita o dramatismo habitual das fragrâncias. “Eu adoro imagens de duas mulheres se divertindo juntas”, diz Lizzy. “Há algo muito natural e real nisso. Muitas imagens de perfume são muito polidas e talvez não sejam algo em que você se projete. Jo Malone London parece real.” Georgia May concorda: “Nós éramos simplesmente nós mesmas, do jeito que fomos estilizadas e tudo mais”, diz ela, rindo. “Não estávamos em um set com máquinas de vento.”
Esse compromisso com a autenticidade também chegou ao laboratório. “A pera natural não existia na perfumaria – era basicamente água”, explica Céline. “Eu queria uma pera natural e todos me diziam que era impossível. Então olhamos para a indústria alimentícia, onde fazem suco de pera, e vimos que o vapor do cozimento das peras geralmente é descartado. Capturamos essa água do vapor e a concentramos para criar um extrato natural de pera – um ingrediente reaproveitado.
Levou dois anos. Em certo momento, tínhamos 0,82 de uma pera em cada frasco e dissemos: ‘Não, não, precisamos de uma pera inteira.’ Então concentramos novamente até poder dizer: uma pera em cada frasco. Coisas assim tornam meu trabalho divertido. É artesanato, e gostamos de desafiar o que é possível.”
Ambas as irmãs concordam sobre a importância de desafiarem uma à outra a serem melhores. “Georgia sempre foi mais esportiva do que eu – vamos de férias e acabamos subindo uma colina em trilha”, ri Lizzy. Mas nunca, diz Georgia May, “foi sobre competição. Além de sermos irmãs, é sobre a união das mulheres, apoiar umas às outras e celebrar o que cada uma está fazendo.” É o amor genuíno entre elas que fez com que a relação nunca fosse organizada em torno de rivalidade. A diferença de idade, dizem, também ajuda. “Temos sete anos e meio de diferença”, explica Georgia May, “então já vivemos várias fases diferentes dentro da nossa relação como irmãs.”
“Para além de sermos irmãs, trata-se da união entre mulheres, de apoiar umas às outras e de celebrar o que cada uma está fazendo.”
As memórias são carinhosas e deliciosamente cômicas, como costumam ser entre irmãos. Georgia May ri ao lembrar “de estar na beira da piscina e Lizzy fingir que me empurrava em uma cadeira de praia como se fosse um carrinho de bebê”, e também das roupas combinando: “Mesmo com sete anos e meio de diferença, nossa mãe nos vestia com roupas iguais. Eu adorava. Para Lizzy devia ser algo como: ‘Por que estou combinando com minha irmã de cinco anos?’” Lizzy recorda a Páscoa: “Segurando a mão dela numa caça aos ovos de Páscoa, com vestidos iguais cheios de babados. Só lembro de pensar que éramos tão fofas.”
Embora ambas tenham vivido nos Estados Unidos em algum momento (o que não surpreende, já que a mãe delas, Jerry Hall, é originalmente do Texas), isso reforçou sua identidade britânica em vez de diluí-la. “Viver na América sendo britânica faz você desejar coisas que nem sabia que amava”, diz Georgia May. “Batatas fritas sabor queijo e cebola, certos programas de TV. Assistir ao Bake Off.” Lizzy admite: “Uma vez dirigi uma hora em Los Angeles para ir a uma loja de snacks ingleses.” Festivais também entram na equação cultural. “Tem Coachella, sim, mas nós amamos Glastonbury”, diz Lizzy. O clima geralmente ruim é irrelevante. “Não nos importamos se está chovendo. É quase melhor, porque não fica com cheiro tão forte”, acrescenta, rindo.
Céline reconhece o fenômeno sob outra perspectiva: “Minha vantagem como francesa é que eu aprecio imensamente a vida inglesa: peras, pomares, luz de verão, flores que crescem selvagens e assim por diante.”
Há um pouco disso capturado na campanha. Mas o que ela também transmite é a ideia de que duas interpretações de uma mesma coisa podem coexistir sem precisar ser iguais. E, como diz Georgia May, sorrindo com seu icônico espaço entre os dentes: “Nós simplesmente nos divertimos.”
Compre a História